Mais um pinguim foi encontrado nas praias da região neste domingo. Apelidado de Mano, o animal foi resgatado por profissionais do Aquário Municipal de Santos na Praia de Aparecida. Ele chegou cansado, desnutrido e desidratado.
De acordo com Cristiane Lassalvia Nascimento, veterinária do Aquário Municipal, para onde o pinguinzinho perdido foi encaminhado, Mano inspira cuidados. “Mas ele está em pé e se alimentando, o que é um bom sinal”, No Aquário, o pinguin fará companhia a John Travolta, outro pinguin resgatado na última sexta-feira.
Os dois tiveram a sorte de sobreviver, mas nem todos os casos terminam bem. Também na última sexta-feira, um pinguim resgatado pelo Corpo de Bombeiros nas proximidades do Canal 5 teve que ser sacrificado. Ele tinha traumas e cortes em várias partes do corpo, inclusive no crânio e asas, e não estava respondendo ao tratamento.
De acordo com Cristiane Lassalvia Nascimento, veterinária do Aquário Municipal, para onde o pinguinzinho perdido foi encaminhado, Mano inspira cuidados. “Mas ele está em pé e se alimentando, o que é um bom sinal”, No Aquário, o pinguin fará companhia a John Travolta, outro pinguin resgatado na última sexta-feira.
Os dois tiveram a sorte de sobreviver, mas nem todos os casos terminam bem. Também na última sexta-feira, um pinguim resgatado pelo Corpo de Bombeiros nas proximidades do Canal 5 teve que ser sacrificado. Ele tinha traumas e cortes em várias partes do corpo, inclusive no crânio e asas, e não estava respondendo ao tratamento.
Como ele, pelo menos 90 pinguins foram encontrados nas praias da região desde o início da temporada de inverno. O número, entretanto, pode ser bem maior. Só em Praia Grande, a Guarda Costeira localizou 50, dos quais 41 mortos. Já o Instituto Gremar – Pesquisa, Educação e Gestão de Fauna, em Guarujá, resgatou aproximadamente 40. Desses, metade está em recuperação, enquanto o restante não conseguiu sobreviver.
Segundo a veterinária do Gremar, Andréa Maranho, nas praias em que os pinguins foram encontrados no Rio Grande do Sul não há limpeza pública. “Por isso, é mais fácil contabilizar as carcaças que chegam. Já aqui, como há coleta, pode ser que muitos pinguins estejam indo para o aterro sem que a gente saiba.”
Por isso, ela afirma ser importante que a população avise os órgãos responsáveis quando encontrar os animais, sejam vivos ou mortos (para necropsia). O telefone do Gremar é 7807-0948. “A pessoa também pode chamar o guarda-vidas e informá-lo da ocorrência."
Descarte
Segundo Tarso, a teoria mais aceita hoje é o descarte natural da população de pinguins-de-magalhães da Patagônia. “Algumas colônias diminuem, outras aumentam. Por algum motivo biológico, reprodutivo ou alimentar eles saem da colônia. A periodicidade não está muito clara, mas pode estar relacionada direta ou indiretamente aos fenômenos el niño e la niña, pois isso pode interferir na produção do alimento.”
Segundo a veterinária do Gremar, Andréa Maranho, nas praias em que os pinguins foram encontrados no Rio Grande do Sul não há limpeza pública. “Por isso, é mais fácil contabilizar as carcaças que chegam. Já aqui, como há coleta, pode ser que muitos pinguins estejam indo para o aterro sem que a gente saiba.”
Por isso, ela afirma ser importante que a população avise os órgãos responsáveis quando encontrar os animais, sejam vivos ou mortos (para necropsia). O telefone do Gremar é 7807-0948. “A pessoa também pode chamar o guarda-vidas e informá-lo da ocorrência."
Descarte
Segundo Tarso, a teoria mais aceita hoje é o descarte natural da população de pinguins-de-magalhães da Patagônia. “Algumas colônias diminuem, outras aumentam. Por algum motivo biológico, reprodutivo ou alimentar eles saem da colônia. A periodicidade não está muito clara, mas pode estar relacionada direta ou indiretamente aos fenômenos el niño e la niña, pois isso pode interferir na produção do alimento.”
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