O Reino Unido reafirmou nesta segunda-feira (20) que não vai dar um salvo conduto a Julian Assange para que ele deixe a Embaixada do Equador em Londres e siga para o país sul-americano em segurança.
No entanto, o governo britânico afirma que está buscando uma "solução diplomática" junto ao Equador para resolver a questão. "Esperamos chegar a uma solução diplomática e estamos fazendo o que podemos para chegar a isso", disse nesta segunda-feira o porta-voz do premiê britânico, David Cameron.
"Pela nossa lei, tendo esgotado todas as opções de recursos, somos obrigados a extraditá-lo para a Suécia. É nossa intenção seguir com essa obrigação. Vamos continuar conversando com o governo equatoriano e outros para tentar achar uma solução diplomática."
O criador do site WikiLeaks está abrigado na Embaixada do Equador em Londres desde junho. Na semana passada, o Equador concedeu asilo político a Assange.
No entanto, a Grã-Bretanha diz que pretende prendê-lo assim que Assange deixar a embaixada equatoriana, já que uma decisão da Justiça local determina que o ativista seja extraditado para a Suécia.
O ativista australiano de 41 anos é alvo de uma investigação sobre suposto estupro e assédio sexual na Suécia. No entanto, ele diz ser alvo de uma perseguição dos Estados Unidos, que investigam o WikiLeaks pelo vazamento de centenas de documentos sigilosos do governo americano em 2010.
No entanto, o governo britânico afirma que está buscando uma "solução diplomática" junto ao Equador para resolver a questão. "Esperamos chegar a uma solução diplomática e estamos fazendo o que podemos para chegar a isso", disse nesta segunda-feira o porta-voz do premiê britânico, David Cameron.
"Pela nossa lei, tendo esgotado todas as opções de recursos, somos obrigados a extraditá-lo para a Suécia. É nossa intenção seguir com essa obrigação. Vamos continuar conversando com o governo equatoriano e outros para tentar achar uma solução diplomática."
O criador do site WikiLeaks está abrigado na Embaixada do Equador em Londres desde junho. Na semana passada, o Equador concedeu asilo político a Assange.
No entanto, a Grã-Bretanha diz que pretende prendê-lo assim que Assange deixar a embaixada equatoriana, já que uma decisão da Justiça local determina que o ativista seja extraditado para a Suécia.
O ativista australiano de 41 anos é alvo de uma investigação sobre suposto estupro e assédio sexual na Suécia. No entanto, ele diz ser alvo de uma perseguição dos Estados Unidos, que investigam o WikiLeaks pelo vazamento de centenas de documentos sigilosos do governo americano em 2010.
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